Em cujos desvelos se exculpia a experiência
Na infância, as horas tranquilas da inocência
Refletem os sonhos que outrora acalentavas
Ainda crescem nos campos da saudade
O flamejo hercúleo de tua lembrança
Na aurora, trazes o Sol da esperança
Em teu riso exalas o perfume da eternidade
O brilho em teus olhos que ao luar se via
A serenidade de tua doce companhia
Deságuam na elegância singela de tua vaidade
Oceano de amor que transcende à racionalidade
Sabrina Menezes
